Horarios De Atendimento

Segunda 20 Hs - Mãe Ana e Pai Pequeno Pai Adilson
Quartas 20 Hs - Pai Ney e Mãe Hosana
Quintas - 20 Hs - Pai Afonso e Mãe Gislaine
Sextas 20 Hs - Mãe Sueli e Pai Joaozinho
Sabados 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joaozinho


Primeira Terça Feira - 20 Hs - Desenvolvimeto
Segunda Terça Feira - 20 Hs - Palestra
Terceira Terça Feira do mês - 20 Hs - Gira de Cura
Quarta Terça Feira do mês - Gira Cigana

Endereço - Rua Meciaçu 145 Vila Ipe - Campinas SP


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Declaraçao


  
TERREIRO DE UMBANDA VÒ BENEDITA DO CONGO
Rua Meciaçu, 145 Vila Ipê – Campinas – São Paulo

MEMBRO da AUEESP – Associação Umbandista e Espiritualista do Estado de São Paulo



Com grande espanto, recebi uma ligação da Sr.ª Sandra Santos, presidente da Associação Espiritualista e Umbandista do Estado de São Paulo – AUEESP, sobre alguns e-mails enviados a ela e outras pessoas que não seriam de nosso meio , falando coisas ruins sobre nossa Casa , o Terreiro da Vó Benedita.
Tenho plena certeza que as pessoas que nos conhecem e acompanham todo o trabalho que fazemos, com caridade, seriedade, abrindo mão de muitas coisas em nossas vidas para seguir essa jornada não levariam isso a serio.
Muita gente passa pelos terreiros, aprendem algumas coisas, usam de nomes de seus Guias em beneficio próprio, mas isso com o tempo se desgastam , e essas pessoas acabam por se cansar de ajudar aos outros e esperam que os guias apenas o ajudem, esse texto abaixo reflete bem oque acontece com nossa casa:
“É comum que depois de algum tempo que uma pessoa está num terreiro, mesmo que em pleno desenvolvimento mediúnico, ela pense que é insubstituível. Isso é muito comum. O indivíduo tem a sensação clara de que se ela deixar o terreiro, o mesmo não sobreviverá, não conseguirá dar continuidade aos atendimentos e/ou coisa parecida. Ela começa a se achar vítima do sacerdote, dos médiuns mais antigos, dos seus irmãos de fé e até da consulência. Ela começa a ter um desejo inconsciente de “punir o terreiro” através da sua saída, pois ela terá a certeza que todos virão de joelhos implorar a sua volta.
Sei de pessoas que ficaram totalmente decepcionadas e mesmo depressivas ao verem que o terreiro em que eram membros sobreviveu à sua saída e que alguns meses depois nem se lembravam mais dela. Geralmente essas pessoas começam a falar muito mal do terreiro, do sacerdote e até mesmo inventam boatos dizendo que o terreiro está com problemas espirituais, administrativos, de moralidade ou outros quaisquer e por isso ela o deixou.
Conheço pessoas que ao deixar seus terreiros comentaram ter absoluta certeza de que seus “ex-sacerdotes” viriam correndo oferecendo um “cargo” ou alguma regalia para que voltassem. Um homem que conheci, não aceitou o convite de frequentar a corrente mediúnica de outro terreiro dizendo estar aguardando o telefonema do sacerdote pedindo sua volta. Eles não conseguirão sobreviver sem mim, afirmou ele.
Meses depois, ele não frequentava nenhum lugar ainda, outros do tipo abrem seus próprios terreiros…
Quero deixar claro que esse sentimento de ser insubstituível é natural em muitas pessoas, pois elas realmente são pessoas-chave para os terreiros em que frequentam. De fato, seus sacerdotes sentirão muito a sua saída. De fato elas farão falta. Mas cuidado para não cair nessa armadilha.
Da mesma forma e com a mesma gravidade, conheço sacerdotes que acreditam que os médiuns e membros do terreiro jamais deixarão sua corrente mediúnica e dizem: “ele não encontrará terreiro igual a este” ou ainda “ninguém o aceitará e ele voltará de joelhos pedindo para ser aceito”.
Os dois lados se enganam. A verdade é que nem membros, nem sacerdotes são insubstituíveis e é preciso ter muita humildade, calma, paciência e, principalmente, muito equilíbrio para entender essa verdade.
Reflita sobre isso!
Por Rodrigo Queiroz
(Este texto foi veiculado pelo ICA – Instituto Cultural Aruanda www.ica.org.br)
(texto adaptado do original “Se eu sair, minha empresa fecha” de Luis Marins)”

Peço por favor, qualquer pessoa que tenha alguma duvida sobre nossa casa, nosso terreiro venha nos visitar, nossa casa hoje abre quatro dias por semana, temos quase 100 pessoas entre médiuns e cambonos fazendo caridade.
Estou a disposição.
Lembrando que eu Joãozinho, minha Mãe Sueli, meu pai João e meu grande amigo e pai Ney, estamos juntos nessa jornada a mais de sete anos , mantemos nossa casa, que é alugada em meu nome com apenas contribuições voluntarias dos membros de nossa corrente.
Espero que todos reflitam ,vejam nosso trabalho, inclusive pelo site, e não se deixem levar por pessoas desequilibradas tanto mentalmente como espiritualmente.
Atendemos quase 100 pessoas por semana, acho muito difícil manter por tanto tempo uma casa aberta, crescendo como nós estamos, fazendo coisas erradas fora da lei de Umbanda.
Tenho pena de quem der ouvidos a uma pessoa assim sem antes me consultar como fez minha querida amiga Sandra, que acompanha nossos trabalhos a alguns anos nos ajudando muito no começo inclusive com a nossa documentação.
Temos vários textos e psicografias registradas no Jornal Nacional de Umbanda, dirigido e editado pelo Pai Rubens Saraceni, um dos maiores Mestres de nossa religião em todo o Mundo.
Então, por favor se informem, não se deixem levar por palavras ou pessoas que não fazem parte de minha casa, e alias de nenhuma casa.
Mesmo assim irei tomar as devidas providencias jurídicas, não pelo meu nome, pois não quero ser conhecido pelo meu nome, quero que o Terreiro da Vò Benedita seja conhecido como uma Casa Seria de Umbanda, motivo esse que não uso nome de nenhum guia ou orixá, apenas Pai Joãozinho,exemplo esse que me espelhei em grandes mentores de nossa religião, não me vejo com merecimento para usar nenhum nome sagrado , nem usar esses nomes em minha vida particular.

Joãozinho Galerani


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