Horários De Atendimento

Segundas - 20 Hs - Mãe Ana e Pai Afonso.
Quartas - 20 Hs - Mãe Hosana e Pai Ney.
Quintas - 20 Hs - Mãe Gislaine e Pai Afonso.
Sextas --- 20 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.
Sábados - 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.

Primeira Terça-Feira do mês - 20 Hs - Gira de Desenvolvimento.
Segunda Terça-Feira do mês - 20 Hs - Gira da Corrente do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes.
Terceira Terça-Feira do mês - 20 Hs - Gira de Desenvolvimento.
Quarta Terça-Feira do mês - 20 Hs - Gira Cigana.
Quinta Terça-Feira do mês - 20 Hs - Gira Fechada.

Primeiro Sábado do mês - 15 Hs - Jardins de Aruanda.

Endereço - Rua Meciaçu 145 Vila Ipê - Campinas SP.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O carnaval e os umbandistas


O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhecem as origens e as implicações dessa festa. Para surpresa de muitos, o carnaval é anterior a era cristã. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.

O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses.

No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria.

Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter até Saturno e Baco.Na Roma antiga, escolhia-se o homem mais obeso da cidade – simbolizando a fartura, o excesso e a extravagância – para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, ele era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia.

Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno.Com a supremacia do cristianismo a partir do século IV de nossa era, várias tradições pagãs foram combatidas. No entanto, a adesão em massa de não-convertidos ao cristianismo, dificultou a repressão completa.

A Igreja foi forçada a consentir com a prática de certos costumes pagãos, muitos dos quais, cristianizados para evitar maiores transtornos. O carnaval acabou sendo permitido, o que serviu como “válvula de escape” diante das exigências impostas durante período da Quaresma.

Na Quaresma, todos os cristãos eram convocados a penitências e à abstinência de carne por 40 dias, da quarta-feira de cinza até as vésperas da páscoa. Para compensar esse período de suplício, a Igreja medieval fez “vistas grossas” às três noites de carnaval. Na ocasião, o povo aproveitava para se esbaldar em comidas, festas, bebidas e prostituições, como na antiguidade.

Na Idade Média, o carnaval passou a ser chamado de “Festa dos Loucos”, pois o folião perdia completamente sua identidade cristã e se apegava aos costumes pagãos. Na “Festa dos Loucos”, tudo passava a ser permitido, todos os constrangimentos sociais e religiosos eram abolidos. Disfarçados com fantasias que preservavam o anonimato, os “cristãos não-convertidos” se entregavam a várias licenciosidades, que eram, geralmente, associadas à veneração aos deuses pagãos.Com a chegada da Idade Moderna e a expansão marítima, o carnaval se espalhou pelo mundo afora, chegando ao Brasil, ao que tudo indica, no início do século XVII.

Trazido pelos portugueses, o ENTRUDO – nome dado à festa no Brasil – se transformaria na manifestação que conhecemos hoje.No período de carnaval, muitas pessoas acabam expondo tendências de cunho negativo e os desejos mais ocultos, desrespeitando-se moralmente para satisfazer prazeres carnais sem limites. Através do alcoolismo, consumos de drogas e libertinagem, o campo vibratório destas pessoas torna-se propício à atuação dos kiumbas (espíritos obsessores e zombeteiros).

Por esse motivo, nos dias que antecedem ao carnaval, os umbandistas fazem firmezas de Exus a fim de fortalecerem-se contra a ação desses obsessores. Os guardiões têm por função impedir que essas energias invadam o espaço daqueles que não comungam com tais comportamentos. Os umbandistas não estão proibidos de brincar o carnaval, mas se faz necessário que tenham responsabilidade consigo mesmos. Afinal, nosso corpo é o primeiro templo.

Arashákamá

Sacerdote da Cabana de Pai Pescador das Almas

Casa máter da Umbanda do Cruzeiro do Sul

Retirado do site:http://paipescador.blogspot.com/2009/02/o-carnaval-e-os-umbandistas.html

Sandra Defante

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Ano de 2010 será regido por São Jorge e Santa Bárbara.
Na Umbanda: Ogum e Iansã.
Cores: Verde e vermelho.
Que a espada de Ogum afaste de nós os perigos e as preocupações.
Que a preocupação olhe em volta, a tristeza olhe para trás e a fé olhe para cima.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Oxossi


Domingo dia 17/01 estaremos fazendo nosso trabalho da Mata.


O pessoal da corrente que puder levar frutas na sexta feira,

nos iremos montar uma bela cesta de frutas para oferecer a Oxossi.


Obrigado

OFERENDAS & DESPACHOS


Nenhum Espírito de Luz precisa de sacrifícios de animais em encruzilhadas ou qualquer lugar que seja. O que os Espíritos usam é a energia que está na mente de cada um que Os procuram e não na vida de simples seres vivos. Devemos lembrar que no Astral os Espíritos não possuem corpo físico; portanto, não tem olhos para ver, nariz para cheirar as oferendas, muito menos eles comem os alimentos deixados em oferendas ou em . Primeiramente são captadas as vibrações mentais e depois as vibrações das oferendas. As vibrações essenciais são as da mente das pessoas.
Muitos Umbandistas devem fazer suas oferendas como são capazes de faze-la, mas é recebida com muito mais alegria a oferenda quando a mesma é transformada em doação a uma pessoa carente, pois é captada a vibração de alegria na mente de quem está recebendo a doação e, com muito mais intensidade, na mente de quem a está fazendo.
Qualquer trabalho feito para prejudicar é considerado um trabalho de baixa magia (magia negra). Os trabalhos realizados para ajudar ou para desmanchar outro trabalho, são chamados de alta magia (magia branca). O verdadeiro Umbandista nunca usa a baixa magia, pois são sabedores os efeitos da Lei de Retorno ou da Lei de Causa e Efeito.
A baixa magia, pode ser realizada até mesmo através de pensamentos, basta uma pessoa projetar vibrações de ódio contra você, já está havendo um trabalho mental contra sua pessoa.
Lembre-se que somente você poderá desmanchar um trabalho que fizeram contra você, pois sua mente precisa criar ou reforçar o campo vibratório ao seu redor, a chamada aura.
Lamentavelmente, muitas pessoas são ludibriadas em sua boa fé, deixando vultuosas importâncias na mão de FALSOS umbandistas, que se aproveitam da dor alheia. Eles alegam terem forças para desmanchar um trabalho de baixa magia (magia negra). Ingenuamente as pessoas acreditam e, sugestionada pela fé dos espertalhões (ladrões), sem saber quebram o trabalho pela própria força mental. O VERDADEIRO Umbandista NÂO ILUDE ninguém, não cobra por seus trabalhos de caridade, não usa estratagemas para tirar dinheiro dos outros. É muito importante que a pessoa, sob efeito de baixa magia, participe da anulação desse trabalho, então NÃO ACREDITEM, nesse negócio de TELE ATENDIMENTO, de ATENDIMENTO VIRTUAL, ninguém poderá lhe ajudar desta maneira, isso tudo é conversa para lhe enrolar e amanhã lhe tirar uns suados cobres, a força esta em ti, vós mesmo poderá lhe cuidar, mas pode e deve pedir ajuda, mas peça ajuda a quem quer lhe ajudar, não a quem quer tirar proveitos de sua dor, não seja enganado, jamais deixem brincar com sua Fé, pois todos nós temos DEUS dentro de nós, bastamos encontra-LO e nada haverá a temer.
Amados, vamos voltar ao tema do titulo, lembre-se que todo despacho é uma oferenda, mas a recíproca não é verdadeira, ou seja, nem toda oferenda é um despacho. A oferenda em si é um gesto de amor, enquanto o despacho pode ter um sentido muito diverso.
Exemplo:
Se você oferecer a Oxossi, uma vela verde, acesa ao lado cuité (vasilha feita da casca do coco, cuia), dentro de uma floresta, e pede ao Senhor das Matas saúde, força e sabedoria, você está realizando uma oferenda. Mas se você vai a mesma floresta, acende uma vela verde e pede para Oxossi afastar seus inimigos, você está realizando um despacho, pois ele tem o sentido de demanda.
Na oferenda, o Umbandista não assume um compromisso cármico que possa prejudica-lo; mas no despacho, se houver um sentido de agressão e não de defesa, invariavelmente, ele aumentárá seus débitos com os senhores do destino, mesmo que veladamente procure dissimular, alegando a si mesmo tratar-se de uma oferenda, pois suas intenções são captadas em primeiro lugar. O amor ainda é arma mais eficiente e forte, principalmente se municiada de perdão, para vencer nossos inimigos desta ou de outras encarnações.
Em resumo, tudo que é contrário ao livre-arbítrio de outro ser, vivo ou desencarnado, que em nosso limitar pensamento, achamos ser causado por um inimigo, e que usamos da magia através de oferendas , para liquidar algum dano causado ou causador de algum problema que estamos passando, devido a ação destes inimigos, será sempre um despacho, o que devemos fazer quando assim formos vitimas, é fazer uso do amor ao próximo, Orações a este que identificamos como inimigos, pois somente através do amor e das Orações iremos conseguir cumprir a vontade do Pai.Amados Irmãos neste momento devem lembrar de uma só frase, do Pai Nosso que nos diz:
(…)
“Perdoai as nossas ofensas, assim como procuramos perdoar a quem nos tem ofendido…”
Ou então uma frase da Oração de São Francisco de Assis:
“É perdoando que se é perdoado e é sofrendo que se vive…”
Amados, não podemos acusar as pessoas de estarem nos prejudicando o tempo todo, d e ver em tudo a ação dos Espíritos, de ver em tudo uma demanda, de acreditar que sempre existe alguém preocupado em fazer despachos contra nós. Precisamos superar nossas fraquezas, encarar nossos problemas de frente e enfrentar as dificuldades do dia-a-dia com altivez. O ser daqui para frente, precisa aprender a se libertar de suas muletas psíquicas, para caminhar mais rápido, pois ninguém, por mais que o ame, poderá caminhar por ele.
Preste atenção: a hora é chegada. Ouça quem tiver ouvidos para ouvir, veja quem tiver olhos para ver. Mas se for impossível de todo você caminhar sem muletas psíquica, ande com elas, pois o importante é seguir o caminho, seja de que forma for.
Adaptação do Texto Oferendas e Despachos (Ebós e Obrigações – Adaptação feita por Alex de Oxóssi) – Retirado do livro A Umbanda do III Milênio – Editora Pensamento – Autor: Túlio Alves Ferreira

Tragédias coletivas


Escrito por Victor Rebelo


Ao findar o ano de 2004, a humanidade se viu dividida entre dois sentimentos contraditórios. De um lado, a alegria da mesa farta (ainda que muitos não tivessem sequer o necessário), e da recente troca de presentes e abraços emocionados em amigos e familiares.

Antigas mágoas que se dissiparam e novas promessas que animam e dão renovado sabor à vida. De outro lado, mais de duzentas mil pessoas morrem inesperadamente vítimas de uma Tsunami, onda gigante causada por um terremoto no oceano.
Muitos dos que não foram atingidos pela Tsunami e que conheceram seu poder de destruição apenas pelos meios de comunicação se questionaram. Seria justo celebrar a vida enquanto milhares acabaram de morrer e muitos encontram-se desesperados à procura de sobreviventes, sem um lar, sem o que comer e nem onde se abrigar? O que fazer? Uma prece? Uma vibração? Doar um agasalho ou um quilo de feijão? Uma grande tragédia aconteceu, o que fazer?
Por um momento as pessoas acordam para uma realidade que não é a delas. Saem de seu “mundinho” fechado em torno de si mesmas e percebem a dor alheia. Muitos sentem pena, outros, mais esclarecidos, compaixão. A maioria volta rapidamente para sua realidade habitual, como se nada tivesse acontecido. Como se na África explorada e cadavérica, no Oriente Médio enfurecido e sem amor próprio, no Haiti e em outras pequenas ex-colônias, sugadas ao extremo e largadas a um povo sem direção... como se nesse imenso Terceiro Mundo, as doenças, a fome e a violência não criassem diariamente grandes tragédias, passadas despercebidas por aqueles que vivem apenas para “sua” realidade, sem notar que a Realidade é uma só.
Existem, também, aquelas pessoas que não tiveram tempo de questionar a sorte dos que morreram com a onda gigante. “Arregaçaram as mangas” e foram trabalhar, dia e noite, como voluntários no auxílio às vítimas. São verdadeiros despertos, lúcidos diante da vida, diante do próximo.
Frente a inúmeros questionamentos, sacerdotes e representantes de todas as religiões se apressaram em esclarecer seus fiéis, a fim de “limpar a barra” de Deus. Pronto! O julgamento está feito: o culpado é o diabo! É o fim do mundo. Não! Gritam os céticos. Foi um evento natural, geológico. E então, caro leitor? Quem é o culpado? Como a doutrina espírita explica a justiça de Deus nas grandes tragédias?

Progresso coletivo
Em O Livro dos Espíritos, ao perguntar se a destruição é uma lei da natureza, Allan Kardec obtém como resposta que “É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar, porque o que chamais destruição não é senão uma transformação que tem por objetivo a renovação e melhoramento dos seres vivos”.
Em primeiro lugar, precisamos entender que ninguém morre. O corpo físico denso se transforma, esteja no fundo da terra ou nas chamas da cremação. O duplo etérico se desfaz e sua matéria sutil retorna ao fluido cósmico universal, conforme explicam os espíritos na mesma obra.
E a consciência, o ego, a pessoa? Para aonde vai? Para responder esta pergunta corretamente e da forma que ela merece ser respondida, sugiro ao leitor que estude, pelo menos, O Livro dos Espíritos e O Céu e o Inferno. Ambos os livros são uma série de perguntas de Kardec a espíritos do mundo inteiro através de médiuns. Mas, respondendo de forma extremamente resumida e, por si só, muito vaga, respondo que a pessoa, após a morte do corpo carnal, vai para o mundo dos espíritos.
Então você já entendeu que as pessoas que morreram com a Tsunami, na verdade não morreram, certo? Por isso, ao invés de morrer, vamos usar o termo desencarnar. Só desencarna quem estava encarnado, é óbvio.
Mas o que leva uma pessoa a desencarnar de maneira tão trágica?
Em primeiro lugar, é preciso entender que nenhuma pessoa na Terra está vivendo sua primeira existência como ser humano. A natureza não dá saltos. Tudo no universo se encadeia; uma peça se encaixa na outra em um sistema perfeitamente harmônico. Você já viveu outras encarnações aqui na Terra e possivelmente até em outro planeta.
Acima do ego, você é uma centelha divina, um princípio inteligente individualizado (individualizado sim, separado não, pois não existe nada que não faça parte do Todo, de Deus, a Realidade Suprema). Por algum motivo, você foi direcionado ao Planeta Terra. Isso significa que está sujeito às Leis que regem este planeta, certo? Fome, frio, calor, sede ... viver aqui é estar sujeito a várias forças e necessidades vitais. Terremotos e maremotos, por exemplo, são ocorrências naturais, que têm como causa a própria constituição do globo planetário. Por outro lado, existem determinados eventos planetários que são causados pelo homem, e este, vai sofrendo suas conseqüências (super aquecimento da temperatura devido a buracos na camada de ozônio etc).
Como eu já disse, a natureza não dá saltos, e para que você transcenda a necessidade de viver aqui neste planeta e parta para mundos superiores é necessário todo um processo de evolução, que não ocorre em uma única, mas em inúmeras encarnações.
O Karma, ou Lei de Ação e Reação é imutável, mas sua aplicação não é rígida. Age com justiça para todos, e por isso é flexível, dinâmica e relativa a cada um.

Justiça perfeita
Então, se você já sabe que todos nós já vivemos outras encarnações aqui na Terra; sabe que existe uma Lei de harmonia e perfeição que rege o universo; que é “dado a cada um segundo suas obras”.
Se você está sofrendo, faça o que Kardec aconselhou: procure as causas na vida presente. Se após um exame profundo e sincero (o que as vezes é dificílimo) você chegar à conclusão de que nada fez para sofrer tantos infortúnios, então, pode-se dizer que as causas encontram-se no passado distante, antes desta sua atual encarnação. É que somente agora chegou o tempo das sementes daninhas que você plantou na sementeira dos próprios passos darem resultado. Nestas circunstâncias, é preciso buscar forças, cada um a seu jeito, para transformar o sofrimento em lição bendita e passar pelas situações difíceis da melhor maneira possível.
Com isso, quis mostrar ao leitor que, as pessoas que naquele local, no momento exato em que a onda gigante surgiu arrasadora, ali estavam, é porque a Lei de Retorno (Ação e Reação, ou Karma) assim permitiu. O histórico de vida delas assim determinou. Como eu disse, a Lei do Karma é dinâmica. Muitos que ali poderiam estar, conseguiram, devido a seus atos, criar um novo rumo na vida e desta forma, escapar da tragédia. Cada caso é um caso e precisaria ser analisado individualmente.
Mas, se analisando sob o ponto de vista espiritual, cada um sofre as conseqüências de seus atos, porque existem tragédias coletivas?
Vejamos a questão 737 de O Livro dos Espíritos:
“Com que objetivo Deus atinge a Humanidade por meio de flagelos destruidores? Para fazê-la avançar mais depressa. Não vos dissemos que a destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, a cada nova existência, um novo grau de grau de perfeição? É preciso ver o fim para lhe apreciar os resultados. Não os julgais senão sob o vosso ponto de vista pessoal e os chamais de flagelos por causa do prejuízo que vos ocasionam. Mas esses transtornos são, freqüentemente, necessários para fazer alcançar, mais prontamente, uma ordem melhor de coisas, e em alguns anos, o que exigiria séculos”.
Assim, entendemos que, devido a nossos próprios erros, a dor muitas vezes se faz necessária para nos mostrar nosso ponto de equilíbrio interior. É como a criança que precisa por o dedo no fogo para saber que ele queima. Se ela escutasse os conselhos dos pais, não precisaria se queimar. É o caso da nossa humanidade. Quantas dores e sofrimentos poderiam ser evitados se ao invés de guerras procurássemos o caminho da fraternidade.
Mas, vejamos as questões seguintes:
738 – Deus não poderia empregar, para o aprimoramento da Humanidade, outros meios senão os flagelos destruidores? Sim, e o emprega todos os dias, visto que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. É que o homem não aproveita [...].
739 – Os flagelos destruidores têm uma utilidade, sob o ponto de vista físico, malgrado os males que ocasionam?

Sim, eles mudam, algumas vezes, o estado de uma região; mas o bem que disso resulta não é, freqüentemente, percebido senão pelas gerações futuras.
740 – Os flagelos são provas que fornecem ao homem a ocasião de exercitar sua inteligência, de mostrar sua paciência, sua resignação à vontade de Deus, e o orientam para demonstrar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se ele não está mais dominado pelo egoísmo”.
Portanto, a doutrina espírita de forma alguma é fria, insensível. Ao afirmar, com Jesus, que “a cada um é dado segundo suas obras”, ela também prega o “amai ao próximo como a ti mesmo”, ou ainda, “fora da caridade não há salvação”.
Mas tudo isso não significa que o homem deve ser passivo aos flagelos destruidores. Na questão seguinte, Kardec pergunta se é dado ao homem conjurar os flagelos que o afligem. Os espíritos respondem: “ Sim, de uma parte, mas não como se pensa, geralmente. Muitos flagelos são o resultado de sua imprevidência; à medida que ele adquire conhecimentos e experiência, pode conjurá-los, quer dizer, preveni-los, se sabe procurar-lhes as causas. Mas entre os males que afligem a Humanidade, há os gerais que estão nos desígnios da Providência, e dos quais cada indivíduo recebe mais ou menos, a repercussão. A estes o homem não pode opor senão a resignação à vontade de Deus e, ainda, esses males são agravados, freqüentemente, pela sua negligência.”.

Uma doutrina libertadora
Como podemos perceber, a doutrina espírita não prega o fatalismo e nem o conformismo cego diante das tragédias da vida, até mesmo das chamadas tragédias coletivas. O que o espiritismo ensina é que a lei é uma só: para cada ação que praticamos colheremos a reação. Diante da natureza, enquanto o homem não cuidar do planeta com o devido respeito, receberá cada vez mais os choques violentos como resposta. Nos casos em que a causa independe da ação do homem, ainda assim, o espiritismo nos ensina que não existem vítimas ao acaso. Tudo obedece a um plano perfeitamente harmônico e quando as causas do sofrimento não podem ser atribuídas nesta encarnação, é porque sua origem se perde na noite dos tempos...
A maior lição que a doutrina nos ensina é: fora da caridade não há salvação! Estender nossos braços e amparar os necessitados é a missão sublime de todos os espíritas.

Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição 31

Sandra Defante

ESpaço do Erveiro - 12/09

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Utilizamos as velas apenas para simbolizar nossa magia através de suas chamas. O fogo é o símbolo do plano mental e da atividade. O ato de acender a vela para o Anjo da guarda é a forma de ativar seu pedido e levá-lo para o plano etéreo. Nos textos bíblicos, Deus se manifestou a Moisés em forma de fogo.
Daí a razão de usarmos as velas na magia.Esta prática tem como objetivo ativar, manter vivo, simbolizar o elo de ligação de nossos pensamentos e desejos com o mundo angelical através da manifestação do nosso Eu Superior. Na chama de uma vela, todas as forças da natureza são ativadas. A vela acesa simboliza a individualizaçao da vida ascendente e da luz da alma.
Porque usar velas coloridas na ancoragem do Anjo da guarda? Por que nossa aura é colorida e quando visualizamos uma determinada cor, nosso cérebro atua para que a aura a reflita. É através desse processo alquímico que o anjo irá captar e entender nossos pedidos. Veja na página Ancoragem e Precipitação o simbolismo de cada cor. Este é o primeiro elo de ligação com os anjos. Ao acender uma vela, é possível identificar algumas mensagens que elas podem nos passar, como por exemplo:
VELA QUE NÃO ACENDE PRONTAMENTEO
Anjo pode estar tendo dificuldades para ancorar. O astral ao seu redor pode estar poluído.

VELA QUEIMANDO COM LUZ AZULADA
Indica a presença de Anjos e Fadas. É um bom sinal.

CHAMA VACILANTEO
Anjo demonstra que, devido às circunstâncias, seu pedido terá algumas mudanças.

CHAMA QUE LEVANTA E ABAIXA
Você está pensando em várias coisas ao mesmo tempo. Sua mente pode estar um pouco tumultuada.

CHAMA QUE SOLTA FAGULHAS NO AR
O Anjo colocará alguém no seu caminho para comunicar o que você deseja. Poderá ter algum tipo de desapontamento antes do pedido ser realizado.

CHAMA QUE PARECE UMA ESPIRAL
Seus pedidos serão alcançados, o Anjo já está levando sua mensagem.

PAVIO QUE SE DIVIDE EM DOIS
O pedido foi feito de forma dúbia.

PONTA DO PAVIO BRILHANTE
Você terá muita sorte e sucesso em seu pedido.

VELA QUE CHORA MUITO
O Anjo sente dificuldades em realizar seu pedido.

SOBRA UM POUCO DE PAVIO E A CERA FICA EM VOLTA
O seu Anjo está precisando de mais orações.

A VELA SE APAGA
O Anjo ajudará na parte mais difícil do pedido, o resto cabe a você resolver.

Como é sempre dito, preste muito atenção nas mensagens que os Anjos nos enviam a todo momento, elas são importantes, muito importantes.
Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com