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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O que é ser uma criança índigo


Hoje em dia, é comum a gente ouvir falar de crianças índigo, que estão encarnando entre nós desde a década de 70, intensificando-se na de 80. São seres com poderes especiais, que vieram ao nosso planeta para ajudar a impulsionar o nosso progresso. Seu nome deriva da cor índigo de sua aura, sendo a freqüência índigo de alta vibração espiritual, demonstrando manifestação dos centros energéticos superiores (6º e 7º chakras).

autor(a): Mônica de Castro


Vieram, segundo Divaldo Franco, de um grupo de estrelas chamado de Plêiades, cujo sol é Alcione, na constelação de Touro. Várias escrituras de várias religiões se referem às Plêiades como de grande importância na evolução do nosso planeta. E isso porque a energia proveniente de Alcione trará uma luz de pureza aos seres humanos. Dizem que as energias de Alcione são exclusivamente cósmicas e produzirão uma luz constante que durará aproximadamente 2 mil anos. Será uma luz atérmica, sem calor, que não produzirá sombra, capaz de iluminar todos os seres e todos os lugares, tanto externa quanto internamente.Assim como, há milhares de anos, os habitantes de Capela vieram ao nosso planeta para ajudar no progresso da humanidade, naquela época ainda muito rudimentar, também os índigos chegam até nós para dar essa mesma ajuda, preparando o nosso planeta para uma nova era, pois a Terra passará de mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração.

Há aí uma diferença: de Capela, vieram para cá os seres mais rebeldes, que teimavam em persistir no mal, atrasando a evolução daquele mundo. Com seu intelecto mais desenvolvido, impulsionaram o nosso progresso tecnológico, embora a moral permanecesse ainda bastante atrasada.

Esses espíritos que agora chegam têm uma missão muito diferente dos capelinos. Todos eles têm altos níveis intelectuais e psíquicos, mas não necessariamente serão moralmente mais elevados. São seres que já vêm prontos para auxiliar o nosso progresso, mas o direcionamento de sua moral vai depender muito de nós. Embora sensíveis e de fácil assimilação dos ensinamentos, são almas que precisam ser modeladas.

Não são melhores nem piores do que as crianças comuns. São apenas diferentes, têm um potencial psíquico e energético maior. Há crianças que não são índigos que têm um amadurecimento espiritual muito grande, porque já viveram muitas vidas neste planeta, aprenderam muito e adquiriram uma grande bagagem espiritual e moral, estando até em condições de ajudar na adaptação e orientação dos índigos.

Então, ser índigo não significa ser melhor. Os índigos também têm muito o que aprender, e seu aprendizado dependerá de nós.Essas crianças possuem características peculiares. Desde cedo demonstram-se conscientes de que pertencem a uma geração especial, têm alto nível de inteligência e chegaram para provocar mudanças e revisão de crenças e valores.

Os índigos costumam ser gentis e possuem um novo estado de consciência, um sistema imunológico fortalecido, telepatia, capacidade para prever o futuro, reconhecer seres etéreos, são intuitivos e possuem dom de cura. Resumindo, são grandes médiuns.

Nascem em qualquer classe social e econômica. Geralmente comem pouco e são mais delgados, possuem olhos grandes e expressivos, com o lóbulo frontal ligeiramente pronunciado e podem ser canhotos ou ambidestros.

Têm o dom de ver a aura das plantas e dos animais, além de seres de outras dimensões, como fadas e gnomos. Têm uma hipersensibilidade olfativa e tátil, chegando a se incomodar até com a etiqueta das roupas, pois preferem tecidos de algodão puro, mais macios.A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento e não responde à autoridade. Não adianta ficar dando ordens a um índigo, porque ele será sempre teimoso. Também não teme ameaças nem cede a chantagens.

É preciso ter paciência e explicar o porquê. Só quando ele compreende a ordem, e ela faz sentido para ele, é que ele obedece. Se não, pode obedecer, mas por obediência a uma imposição paterna, o que faz com rebeldia.

Aprende de forma diferente, mais pela prática do que pelo estudo. E, depois que aprende, desinteressa-se pela coisa e larga para lá.

É aquela criança que ganha um brinquedo e logo larga, não por ser mimada, mas porque, ao conhecer todo o seu funcionamento, não se interessa mais por ele e quer outro, para aprender outras coisas. Ou é destrutiva, não por perversidade, mas por curiosidade.

Como vem de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vê algum objeto diferente, quebra-o para poder olhar sua estrutura.

Daí estar sempre querendo ganhar coisas novas.

Está sempre perguntando por que em cima de por que.

Quanto mais a gente responde, mais ela quer saber, até esgotar o assunto e ficar satisfeita. E vai além do que vê e ouve, demonstrando curiosidade pelo que está por trás das histórias, pelo que não estamos vendo nos filmes.Pode ter amigos imaginários e presta atenção a várias atividades ao mesmo tempo.

Gosta de videogames violentos, pois essa é uma forma de gastar a energia que tem sobrando, mas se sua energia não for bem direcionada, pode ser violento.Fala pelos olhos, desde bebê. Não fica em fila e vive atropelando as pessoas. Não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período. No cinema, então, é uma tortura, porque está sempre chutando a cadeira da frente.

Muitas vezes, por não compreendermos a criança, acabamos não dando crédito a seus dons, o que pode levar o índigo à introspecção, à rebeldia, ao uso de drogas e ao crime. Quando uma criança falar ou fizer algo que parece absurdo, devemos conversar com ela, mas nunca rir, debochar ou brigar.

Coisas do tipo: pare de inventar, pare de mentir, não tem nada aí, isso tudo é imaginação, que coisa feia só vão fazer com que a criança se torne agressiva ou se encolha. Qualquer uma das duas opções não é boa e vai tirar a espontaneidade da criança. A compreensão é o melhor caminho, até porque, a criança pode estar se referindo a algo aparentemente absurdo para nós, mas que está realmente vendo ou ouvindo ou que está registrado na memória dela como algo vivido em outra dimensão ou outro planeta.E temos que nos conscientizar: não é porque somos adultos que detemos o privilégio da verdade.A imensa maioria dos índigos é hiperativa ou tem o que se chama

TDAH – TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE. São crianças agitadas e com dificuldade de concentração. Como possuem uma visão diferenciada das coisas, não se dão bem em escolas tradicionais, tornando-se quase insuportáveis.O remédio para o hiperativo tem sido a Ritalina, uma substância profundamente perturbadora, chamada a droga da obediência. A criança fica acessível, sim, mas perde a espontaneidade.A hiperatividade é um exercício e um aprendizado para os pais.

Quem recebe um índigo hiperativo como filho tem muito que aprender com ele. E a Ritalina é o caminho mais fácil para os pais, porque uma criança hiperativa leva qualquer um à loucura. Todavia, há outros métodos que auxiliam no tratamento, como homeopatia, florais e terapias espiritualistas.Mas o melhor tratamento que podemos dar a um índigo ou mesmo ao hiperativo é o amor. Temos que nos conscientizar de que a criança não é um adulto em miniatura, muito embora, às vezes, se comporte como tal. É um ser em formação, que necessita de atenção e carinho. Não precisamos mimá-la, mas também não devemos exigir muito dela. É preciso observar a conduta das crianças, evitando punições e, ao mesmo tempo, colocando limites através do diálogo e da compreensão. A agressividade os torna rebeldes, o que pode levar alguns ao crime.São crianças difíceis no tratamento diário, mas afetuosas. Para conquistá-las, basta tratá-las com amor. Devemos educá-las apelando para a lógica e o bom-senso. Devem ser orientadas e esclarecidas tantas vezes quantas forem necessárias. Devemos colocá-las no colo, fazer-lhes carinho, ensiná-las a orar e a conhecer as coisas divinas. Temos que lhes dar valores, porque elas são diferentes, mas precisam ser ensinadas. São como diamantes brutos: com toda a beleza e brilho, só precisando ser lapidadas.Essa é a melhor forma de tratarmos as crianças, sejam índigos ou não.


Sandra Defante, 

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