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quinta-feira, 25 de junho de 2009

LINHAS DE TRABALHO NA UMBANDA


As linhas de trabalho na Um­banda, são compos­tas por espíritos que evoluíram e se hierarquizaram, assu­mindo sua missão consci­entemente, para auxiliar o ser humano encarnado e o desen­carnando.
São espíritos com alto grau de conhecimento das leis div­i­nas com uma grande vontade de servir a Deus através de seus semelhantes.
São consagrados mestres, ma­gos, instrutores, guias, ori­en­tadores, conselheiros, pai, mãe, amigo, leal, verdadeiro, de moral elevada, de caráter estável , equilibrados em seu racional e emocional.
São de uma sabedoria profunda porém simples pois já vivenciaram o lado encarnado da vida e já estão no lado espiritual.
Conhecedores e pesquisadores da natureza, dos Tronos, das Divindades, dos Orixás, da criação como um todo.
Eles vieram de diversas culturas, isso quer dizer, que utilizam-se de for­mas de trabalho relacionado à afini­dade de costumes e culturas de outros paises que não só da cultura brasileira.
Em solo brasileiro foi permitido pelo Trono das 7 Encruzilhadas, ter espaço e oportunidade de encarnados e desen­carnados se unirem, trocarem experi­ências e aprendizados, através das co­mu­nicações, este intercâmbio chama­mos de incorporação. Esse mecanismo disposto desde a criação do ser, está gravado em sua centelha original, em seu campo eletromagnético e em seu eixo, são preparados pelas divindades para esses espíritos quando encarnados serem médiuns e os desencarnados evoluídos e preparados para assumir a evolução de outros irmãos.
Quando são destinados a serem guias espirituais, freqüentam “escolas astrais” “colégios” e “cursos de apri­moramento” sobre os mistérios de Olo­rum e aprendem a como se comporta­rem na linha de trabalho que irão se manifestar.

Então temos na
Umbanda Sagrada:

• Caboclo • Cabocla
• Preto Velho • Preta Velha
• Baiano • Baiana
• Cigano • Cigana
• Criança – menino
• Criança – menina
• Boiadeiro • Marinheiro
• Exu • Pomba Gira

E dentro de cada classificação de linhas temos as linhas puras e cruzadas:

Linhas Puras
Ex: Caboclo de Ogum
Nome simbólico:
Caboclo 7 Espadas
Caboclo Peito de Aço
É quando ele se reporta a um
único mistério – Orixá Ogum
Linhas Cruzadas
Ex:Caboclo Gira-Mundo
Caboclo Arranca-Toco
Caboclo Quebra Pedra
Caboclo Pedra Branca
É quando se reportam para mais de um mistério – Orixá.

Quando estes guias espirituais assu­­mem sua missão, junto com o mé­dium cria-se um elo, e aos poucos esses médiuns precisam desenvolver estes dons mediúnicos, procurando um ter­reiro de Umbanda para que as mani­festações sejam acompanhadas junto com o desenvolvimento mental em ques­­tão.
Não existe tempo para começar, basta querer se dedicar com amor e paciência, para que possa ser bem conduzido pelos Sagrados Orixás que regem a coroa deste médium.
Os terreiros são espaços prepara­dos para que possa ocorrer as giras de desenvolvimento com tranqüilidade, pois todos os terreiro de umbanda, acredito eu, tenham suas firmezas e seus assentamentos firmados, essas são as chaves que protegem e guardam as energias dos seus freqüentadores.
Os guias espirituais assumem com o Sacerdote os compromissos perante a espiritualidade, e dentro das hierar­quias, uns assumem o grau de mentor, guia chefe e guia de frente, dando su­porte e sustentação para o sacer­dote poder lidar com as energias nega­tivas ou com as investidas do baixo astral, ou por que não dizendo dos médiuns que chegam com seu templo vivo e seu íntimo carregado de energias nega­tivas. Os guias são espíritos incansáveis doutrinadores, em se tratando do assun­to em questão, estes mesmos guias de Lei não toleram os procedi­mentos errados de seus filhos, são os primeiros a lhe chamarem a atenção, eu não acredito que um verdadeiro guia de Lei possa tolerar tais atitudes, con­tro­versas às leis de amor e caridade.
Talvez seja o fato de não terem mais estrutura mental para que um espírito de luz possa passar suas comu­nicações, aí vem às mistificações, as palhaçadas, que estamos cansados de ouvir, ver ou vivenciar.
Como um guia pode maltratar seus conduzidos? Pode ensinar, repreender, mais nunca humilhar

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